Opinião

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Nada é mais impressionante para quem não conhece a Ilha do Governador do que saber sobre as suas potencialidades econômicas e a quantidade de habitantes da região. Aliás, poucos percebem que a Ilha é diferente e especial. Diferente, obviamente porque é cercada de água por todos os lados — portanto não faz divisa com outras regiões ou bairros do Rio de Janeiro —, e tem metade do seu território quase totalmente ocupado por unidades militares e o aeroporto Internacional Tom Jobim. E, especial porque geograficamente é uma região estratégica para projetos da indústria naval e expansão das atividades aeroportuária.

Opinião - 17/10/2014 - Edição nº 1698

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Com esta edição o Ilha Notícias conclui mais uma etapa no compromisso de informar à população sobre os principais assuntos que interessam aos moradores da Ilha do Governador. Refiro-me as eleições que se realizam neste domingo (5), quando os eleitores terão que votar nos cinco principais cargos políticos do Brasil: presidente, senador, govenador, deputado federal e deputado estadual. Esses votos vão decidir os rumos do Brasil e de cada um dos brasileiros, pelos próximos quatro anos. Tenha o eleitor votado ou não.

Opinião - 03/10/2014 - Edição nº 1696

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Depois que passar essas eleições, as lideranças e instituições locais devem repensar o papel da Ilha do Governador no cenário político da cidade e tomar atitudes para mudar essa posição de coadjuvante. A Ilha não deve ser considerada um simples bairro, mas uma região com 19 bairros densamente habitados e uma população perto de 280 mil pessoas. Esse número de habitantes pode ser comparado aos municípios mais populosos do estado os quais com área maior perdem longe da Ilha, que conta com cerca de 15 mil habitantes por quilometro quadrado. Entretanto, na última década a representatividade e a força política da região encolheu.

Opinião - 26/09/2014 - Edição nº 1695

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As calçadas e canteiros das ruas da Ilha, como de toda cidade, praticamente se transformaram em palco para exibição das propagandas dos candidatos às eleições. Isso é um procedimento normal e amparado na Lei Eleitoral que permite a colocação de placas, nesses locais no tamanho limite de 2x2 metros. Junto com outros instrumentos de divulgação política, como os programas de rádio e TV, as placas nas ruas são elementos para os candidatos divulgarem nome e número, de modo tornarem-se mais conhecidos . O fato negativo, que incomoda muitos eleitores, é a falta de cuidado de alguns candidatos que praticamente abandonam suas placas pelas ruas gerando a possibilidade de eventuais acidentes em função de rajadas de vento, colocando em risco os pedestres e motoristas.

Opinião - 12/09/2014 - Edição nº 1693

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