Opinião

Manifestações podem mudar o Brasil

Milhares de moradores da Ilha do Governador compareceram as manifestações de segunda e quinta desta semana, no Centro da cidade. O protesto contagiou a população brasileira e se espalhou rapidamente por quase todos os estados. O movimento é forte e tem como pano de fundo a indignação do povo contra a corrupção, a qualidade e preço dos transportes entre outras injustiças que têm sacrificado os brasileiros.

Opinião - 21/06/2013 - Edição nº 1629

Opinião

O Colégio Paranapuã não é só um orgulho para seus donos, alunos, professores e funcionários. Depois de 37 anos de fundação, o Colégio Paranapuã criado pelo professor de português, Edgard Pereira Junior se transformou definitivamente na mais conceituada instituição de ensino da Ilha do Governador. E isso é motivo de orgulho para todos nós que vivemos na região. Fatos garantem e sustentam essa invejável posição de destaque no cenário da cidade. Sejam os excelentes resultados dos alunos nas provas para acesso às universidades ou aos cursos técnicos e militares. Ou, pelas manifestações de instituições conceituadas, como a enviada em abril pelo ITA – Instituto Tecnológico da Aeronáutica – um dos mais rigorosos centros de avaliação de inteligências do país - cumprimentando o colégio pelo alto padrão de ensino, constatado pela aprovação, no início de 2012, de mais um grupo de alunos cuja formação foi no Colégio Paranapuã.

Opinião - 15/06/2012 - Edição nº 1576

Opinião

Tenho repetido diversas vezes e estou convencido que a Ilha do Governador é uma das regiões mais promissoras para o desenvolvimento na cidade considerando principalmente dois fatores: sua condição de Ilha e por estar localizada no núcleo da cidade. Isso proporciona alternativas diferentes das outras regiões, como por exemplo, a possibilidade do transporte marítimo para o centro da cidade e municípios como São Gonçalo e Niterói. A extraordinária densidade populacional de cerca de 300 mil habitantes se equipara a cidades de porte médio, revelando um potencial econômico de mão de obra fantástico, comprimido em menos de 15km².

Opinião - 08/06/2012 - Edição nº 1575

Opinião

Na Ribeira existe um problema gravíssimo de trânsito. A Rua Pires da Mota é antiga e de paralelepípedos. Embora seja estreita, funciona em mão dupla ligando a Rua Maldonado com a Praça Iaiá Garcia. De aparência bucólica a via é acesso para uma das maiores fábricas de derivados de petróleo da Shell e diariamente centenas de grandes e pesados caminhões circulam num vai e vem agitado, coisa normal para o movimento de uma grande e importante empresa. Todavia, moradores e comerciantes estão exaustos com as complicações geradas quando dois caminhões se encontram em sentido contrário e o trânsito fica trancado por longos períodos. A coisa só é resolvida quando um dos gigantes sobre rodas consiga dar a ré, realizando manobras perigosas sobre as calçadas totalmente ocupadas por outros veículos. O transtorno já dura bastante tempo, mas é preciso estudos e uma solução imediata da CET-Rio. A população local é unânime em apontar a transformação em mão única como medida mais simples para resolver o problema.

Opinião - 01/06/2012 - Edição nº 1574

Opinião

Ao lançar a pedra fundamental nas obras para construção de uma capela em homenagem a São Jorge, a União da Ilha dá um exemplo de respeito a Deus, fato que surpreende alguns pelo aparente contraste e preconceito entre o carnaval e algumas religiões. O templo vai ser um lugar exclusivo para orações, e as preces poderão ser a solução espiritual para muitas pessoas que buscam, pela fé em Jesus, vencer dificuldades impossíveis. Embora o carnaval seja conhecido como festa profana, a União da Ilha revela o contraditório em oposto, ao demonstrar respeito ao sagrado não se abstendo de agregar às suas novas instalações uma capela, cuja tutela espiritual será da Igreja de São José Operário, que tem o padre Jovir Zanuzzo como pároco.

Opinião - 20/04/2012 - Edição nº 1568

Opinião

Muita gente reclama com razão da falta de segurança, dos buracos nas ruas, do abandono das praças, dos engarrafamentos e até da prostituição descarada no mal iluminado Parque Poeta Manoel Bandeira, conhecido como Aterro do Cocotá. Entretanto, quem realmente deveria colocar a boca no trombone para estrilar são os moradores de algumas comunidades da Ilha que sofrem com a permanente falta de água. Imaginem os leitores que centenas de famílias são abastecidas apenas durante seis horas por semana.

Opinião - 13/04/2012 - Edição nº 1567