Opinião

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A mobilidade dentro da Ilha do Governador tem sido assunto cujas opiniões convergem para uma avaliação muito ruim. Está difícil circular pelas nossas vias. O motivo é o aumento de veículos nas ruas e a tumultuada presença de kombis e vans que fazem o transporte alternativo. Outro elemento é a grande quantidade de caminhões com destino à Cosan e Shell, que atravessam a Ilha tornando a Estrada do Galeão mais lenta e as estreitas ruas da Ribeira perigosas para os moradores.

Opinião - 30/05/2014 - Edição nº 1678

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Morar e trabalhar na Ilha é o que muita gente gostaria de fazer e poucos são os privilegiados. Apesar de todos os problemas, buracos nas ruas e a loucura das kombis, não tem preço ficar por aqui e evitar os congestionamentos e transtornos que a rotina do Rio de Janeiro impõe aos seus moradores. É assim também, ou pior, em São Paulo e outras grandes cidades que ainda não dispõe de transporte público de massa como em Nova Iorque, Paris, Londres, Tóquio e Berlim cujos metrôs e trens, além de pontuais, dão conta do recado.

Opinião - 23/05/2014 - Edição nº 1677

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Enquanto a população de muitas regiões da cidade vive o clima de insegurança e medo devido aos constantes ataques às UPPs e os confrontos de bandidos com a polícia, que acabam em violentas manifestações, cuja loucura leva grupos inconsequentes a queimar ônibus e outros veículos, a Ilha do Governador é uma região privilegiada e calma. Não é que não tenhamos graves problemas para resolver na área de segurança, mas não temos medo de sair nas ruas para evitar uma bala perdida - graças a Deus -, vivemos em grau de instabilidade diferente e só lamentamos os fatos gravíssimos que assistimos pelas telas das TVs. Todos os dias agradecemos ao Todo Poderoso quando nós, e os nossos familiares, que trabalham fora, atravessam a ponte de volta.

Opinião - 02/05/2014 - Edição nº 1674

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Grupos de manifestantes estão agindo por toda cidade. Surgem do nada. Inexplicavelmente queimam pneus, ônibus e outros veículos para protestar contra mortes de inocentes ou traficantes, gerando mais perigo quando resolvem enfrentar a polícia e provocam tiroteios, que muitas vezes matam mais pessoas inocentes. Esses conflitos tendem a piorar. Não existem mais parâmetros de ética e disciplina na política e em muitas atividades profissionais, onde vale a "lei de Gerson", aquela em que predomina levar vantagem sempre, mesmo enganando, ludibriando ou passando o outro para trás sem falar no roubo.

Opinião - 25/04/2014 - Edição nº 1673

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Em todas essas questões de desigualdades sociais, acredito que o começo para resolver é a responsabilidade inarredável do poder que deveria dar prioridade para a infraestrutura das comunidades. Junto a isso, deveriam proporcionar condições verdadeiras para acesso à saúde e educação. Tendo onde dormir com dignidade, instituições sérias para dar apoio no combate às doenças e contando com escolas públicas com ensino de qualidade, cresce a autoestima do indivíduo e surge um novo cidadão.

Opinião - 17/04/2014 - Edição nº 1672

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Opressão é a palavra certa que atinge o coração do povo e sangra a cidadania da república democrática brasileira. Há algum tempo vivemos a desigualdade entre o poder que oprime e a vida dos cidadãos brasileiros, obrigados a pagar impostos astronômicos e não ter quase nada que a letra da constituição garante. Somos reféns de um sistema que humilha o povo que vive apertado nos precários meios de transporte e hospitais onde faltam médicos e os pacientes rolam pelo chão dos corredores infectados.

Opinião - 11/04/2014 - Edição nº 1671

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Agora ficou claro para a população da Ilha do Governador que a região não vai ser beneficiada com nenhuma obra significativa para a Copa do Mundo. Até o aeroporto, cujo consórcio assumirá agora em maio diz que só começa sua gestão depois da Copa, em agosto. É que eles não são idiotas para assumir responsabilidades que não conseguirão cumprir diante do caos que se transformou o Galeão. A Infraero administra um aeroporto cujo terminal aeroviário é nojento e onde pouca coisa funciona. A privatização chegou tarde para a Copa e vamos passar vergonha.

Opinião - 04/04/2014 - Edição nº 1670

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Durante a reunião realizada na subprefeitura para ouvir o secretário municipal de transportes foi unanime o protesto dos participantes com referência ao péssimo serviço de transporte marítimo sob responsabilidade da CCR Barcas. Embora o secretário tenha anunciado que novas barcas serão entregues nos próximos dois anos para a linha Cocotá x Praça XV, ninguém mais acredita que as coisas possam melhorar nas mãos incompetentes daqueles que atualmente administram o sistema hidroviário de passageiros.

Opinião - 28/03/2014 - Edição nº 1669

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