Opinião

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Infelizmente as notícias publicadas nas últimas semanas nos jornais e veiculadas na televisão dão conta de um verdadeiro caos nas condições de saneamento das águas da Baía de Guanabara. As imagens são desoladoras e a quantidade de lixo flutuante é muito maior do que todos imaginavam. Os técnicos garantem que as provas de iatismo programadas para as Olimpíadas de 2016 das Olimpíadas devem ser transferidas de local porque não há mais tempo de fazer um trabalho sério que garanta a saúde dos atletas e a segurança das embarcações.

Opinião - 30/04/2015 - Edição nº 1726

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Os grandes bancos estão se lixando para as dificuldades dos brasileiros e continuam arroxando nos juros. O noticiário econômico revela que o lucro dos banqueiros é fantástico e novos recordes são comemorados a cada trimestre. Não entendo e não concordo que o Brasil proteja instituições financeiras que cobram taxas e juros desproporcionais com a situação difícil que a população e empresas vivem neste grave momento econômico. A situação do país e do seu povo é complicada diante dos escândalos que repercutiram diretamente na economia, gerando dezenas de milhares de desempregados e o encerramento de muitas atividades produtivas.

Opinião - 24/04/2015 - Edição nº 1725

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Quem é obrigado a usar ônibus para se deslocar diariamente para trabalhar fora da Ilha sofre muito. Os passageiros perdem normalmente cerca de três horas, por dia,no deslocamento casa e trabalho. Além de acordar muito cedo os trabalhadores, enfrentam a demora dos ônibus e quando conseguem finalmente embarcar é enorme o desconforto de viajar em pé em veículos superlotados. Quem é obrigado a viajar de ônibus, normalmente não dispõem de carro próprio e nem recursos para gastar R$ 20,00 diariamente para usufruir do conforto dos frescões com ar condicionado e poltronas confortáveis.

Opinião - 17/04/2015 - Edição nº 1724

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É fantástico o resultado que a Fundação Oswaldo Cruz obteve em Tubiacanga ao registrar apenas um caso de morador com sintomas da dengue no bairro durante o último verão. Para quem não lembra, em setembro do ano passado agentes daquela instituição, soltaram na comunidade cerca de 160 mil mosquitos Aedes Aegypti contaminados com a bactéria Wolbachia. As larvas resultantes do cruzamento com a espécie Aedes Aegypti produziu mosquitos da mesma espécie não portadores do vírus da dengue. Ou seja, segundo os técnicos da Oswaldo Cruz os mosquitos nascidos com essa bactéria não transmitem mais a doença, fato que comprova o sucesso da experiência que pode ser o início do fim desse pesadelo que tem provocado muito sofrimento e mortes.

Opinião - 10/04/2015 - Edição nº 1723

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Quando uma crise surge, os mais inteligentes interpretam como oportunidade para criar novos negócios e atividades lucrativas. Os mais fracos recuam e procuram argumentos para justificar sua própria incapacidade de fugir da estagnação e gerar crescimento e lucro. Qual o lado que você quer ficar nesse momento em que as notícias da imprensa apontam desaceleração nas atividades produtivas e diminuição das oportunidades de emprego? Acredito que todos querem estar entre os fortes que resistem e crescem nas dificuldades. Sem o interesse em dar cores partidárias ao fracasso, o fato do grave recuo da economia brasileira em 2015 é comprovadamente fruto da incompetência na gestão do país nos últimos anos. Pior ainda é a falta de humildade dos governos para reconhecer a culpa no desastre e a inexistência de projetos para propor a reconstrução do pais em parceria com a população.

Opinião - 02/04/2015 - Edição nº 1722

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Com o fim do período de carnaval e de férias escolares, a expectativa é o Brasil voltar à normalidade, se é que isso é possível. Desde o Natal, portanto há cerca de dois meses, o país vive tradicionalmente um período de quase paralisia. As decisões são transferidas para depois das festas de Momo, ou início de março. Daqui prá frente com dez meses para tentar recuperar os prejuízos produzidos pela inércia do início de ano, o brasileiro se dá conta que o problema é maior com o aumento geométrico da conta de luz, pagamento de IPVA, IPTU, matrículas nos colégios e, sobretudo, o pagamento das dívidas contraídas em dezembro. Esses próximos meses mais parecem uma segunda feira prolongada de tanto trabalho e problemas que vem pela frente, até o próximo dezembro.

Opinião - 20/02/2015 - Edição nº 1716

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