29/05/2026 - Edição 2304
Barulheira
Precisamos de uma patrulha à noite nos arredores da Portuguesa e da Estrada Gov. Chagas Freitas. É uma barulheira de motos correndo, parece até que estão fazendo racha, pois é um barulho infernal. Camila Mello, via Instagram.
Medo na Peixaria
Sinto muita insegurança ao passar pela passarela da Peixaria, na altura da Prefeitura de Aeronáutica. Ela balança demais e dá muito medo na hora da travessia. O ideal era que a fosse feita uma estrutura igual à do Assaí que tem toda a proteção que a gente precisa para se sentir mais seguro. Maria Santos, via redação.
Zaquia Jorge
Na Rua Zaquia Jorge, na Freguesia, seguimos convivendo com restos de asfalto largados no meio da via e ainda com um vergalhão exposto. Os próprios moradores precisaram sinalizar com uma garrafa para evitar acidentes. O material veio de uma obra próxima e até agora nada foi retirado. Regina Glória, via Instagram.
Atraso das barcas
Os atrasos constantes das barcas viraram rotina e quem depende desse serviço vive chegando atrasado e acumulando prejuízos no dia a dia. Falta respeito com trabalhadores, estudantes e toda a população que precisa do transporte para viver. João Tavares, via Instagram.
328
Me mudei para a Ilha há dois meses e já enfrentei inúmeros problemas com o transporte público, principalmente no 328. Ônibus quebrando, trocas de linha no meio do caminho e falhas constantes viraram rotina. O mais triste é que quem tem compromisso precisa sair muito antes de casa para tentar driblar os imprevistos. Luiza Silva, via Instagram.
Bueiro na rua Malta
Uma adolescente caiu em um bueiro na Rua Malta, altura do número 141, no Tauá, e o susto poderia ter terminado de forma bem mais grave. Segundo moradores, a tampa já apresentava problema e não fechava corretamente. É mais um alerta sobre a necessidade de manutenção. Carla Pereira, via Instagram.
Vahia Monteiro
Na Rua Luís Vahia Monteiro, 181, Jardim Guanabara, a fiação já está atravessando os galhos de uma árvore, deixando os moradores preocupados. O medo é de curto, queda ou acidente. Precisa de avaliação e poda urgente. Olivia Pereira, via Instagram.
Light
Uma fiação exposta próxima a uma árvore na Praia da Guanabara, 561, está deixando os moradores apreensivos. O receio é de choque elétrico ou até incêndio, principalmente em dias de vento ou chuva. A situação pede providências urgentes antes que algo mais grave aconteça. Hugo Teixeira, via Instagram.
Amapurus
Na Rua Amapurus, no Tauá, moradores convivem com chorume espalhado, mau cheiro, ratos, moscas e até vermes por causa de uma caçamba que vem causando transtornos. Quando chove, o chamado “suco do lixo” escorre pela calçada e pela rua, piorando ainda mais a situação. Os moradores dizem que já não sabem mais a quem recorrer. Jaqueline Pavão, via Instagram.
Caminhão e sujeira
No fim da Rua Wilde Lustosa, na altura do número 111, tem um caminhão se deteriorando no tempo e causando preocupação aos moradores. Além do vazamento de óleo, o local está tomado por mato e sujeira, dificultando a passagem e atraindo roedores. Webster Sales, via Instagram.
Clínica da Família
Na Clínica da Família Madre Teresa de Calcutá, a chuva trouxe transtorno para pacientes e funcionários. A água entrou pelo forro, atingiu corredores e consultórios, enquanto a equipe tentava amenizar a situação. Quem esteve no local pede reparos urgentes no telhado para garantir mais segurança no atendimento. Wellington Viana, via Instagram.
Lixo no Tijolinho
No Tijolinho, a sensação é de abandono e os moradores reclamam que a Comlurb não tem aparecido com a frequência necessária. A sujeira acumulada já virou parte da rotina do bairro. José Constantino, via Instagram.
CIEP nos Bancários
O CIEP João Mangabeira, nos Bancários, precisa de atenção urgente. Os moradores reclamam da poeira, da lama e até de esgoto no acesso à escola. Já teve mãe precisando passar por poça d’água com o filho no colo para conseguir chegar à unidade. Paula Albuquerque, via Instagram.
Falta água
A Rua Taifeiro Osmar de Moraes, no Galeão, está sem água há mais de duas semanas por causa das obras de revitalização. As obras mexeram com toda a estrutura de esgoto na rua e isso afetou o nosso abastecimento aqui na altura do número 646. Para agravar a situação, temos pessoas acamadas morando aqui na nossa rua. Maria Santos, via redação.
Perigo!
Mais uma vez tem veículos parados na ciclovia da Estrada Governador Chagas Freitas, em frente ao Parque Royal. Quem acaba sofrendo são os adolescentes e ciclistas, obrigados a circular pela rua. A fiscalização é importante, mas também precisa existir respeito às regras por parte de quem estaciona. Maria Clemente, via Instagram.
Mato alto
Aqui na Rua Alberto Delpino, número 21, o mato alto está trazendo sensação de insegurança para quem mora e passa pelo local. Além do aspecto de abandono, os moradores reclamam da falta de manutenção. A situação precisa de atenção antes que piore ainda mais. Valeria Correia, via Facebook.
Mato alto na Rua Alberto Delpino, 21
Poste preocupa os moradores no Jardim Guanabara
Buraco no Jardim Guanabara