Boca no Trombone

O povo fala!

Passarela muito esburacada do HFAG


19/12/2025 - Edição 2281

A passarela muito esburacada do Hospital de Força Aérea do Galeão atrapalha a travessia dos pedestres
A passarela muito esburacada do Hospital de Força Aérea do Galeão atrapalha a travessia dos pedestres

Som alto na PDB
Morar na Praia da Bica e adjacências virou um teste de paciência aos domingos à noite. Depois das 21h, o som altíssimo impede idosos, crianças e trabalhadores de descansar. Falta fiscalização e respeito com quem precisa dormir cedo e conviver com esse barulho constante. Karin Schaly, via Instagram.

Lixo na rua
Diariamente na Rua Frei Inocêncio ficam espalhados copos plásticos, inclusive de bebidas, cascas de laranja e outros resíduos. Além disso, moradores jogam móveis, sofás e até geladeiras nas ruas. Falta orientação e fiscalização. As pessoas deveriam ser instruídas a descartar o lixo corretamente, usando lixeiras adequadas. Carlos Cerrado, via Instagram.

Alô PM!
Quem mora nas ruas Colina e Árabe da Síria não consegue mais dormir nas madrugadas, principalmente de quinta a domingo. É moto empinando, uso de drogas e pessoas urinando na rua sem qualquer fiscalização. A sensação é de abandono total. A presença do 17º BPM é urgente para restabelecer a ordem. Jorge Pereira, via WhatsApp.

Dendê sem água
Estamos sem água há quase 2 meses aqui no Dendê na rua Tamandaré e na Travessa São Jorge. Não aguentamos mais essa situação, ninguém resolve nada e todo final de ano é esse caos. Muitas pessoas estão sem conseguir trabalhar, assim como eu. Já abrimos reclamação na Águas do Rio e até agora nada. Juliana Silva, via WhatsApp.

Perigo no Moneró
Quem mora no Moneró convive com o perigo constante na esquina da Avenida Governador Chagas Freitas com a Rua Jorge Veiga, em frente à Igreja Batista. O trecho já registrou diversos acidentes e nada muda. Falta redutor de velocidade e sinalização adequada para proteger quem precisa atravessar por ali. Nathalia Lopes, via Instagram.

Tijolinhos
Nos Tijolinhos, a situação do lixo é constante e revoltante. Todos os dias vemos sujeira espalhada e muitas fezes, tanto em sacos plásticos quanto jogadas diretamente nas calçadas. Os cachorros têm direito aos passeios em qualquer horário, mas os donos precisam ter responsabilidade e manter o local limpo. A convivência só funciona com respeito. Lilian Araújo, via WhatsApp.

Ônibus sem ar
Entrar em ônibus com ar-condicionado quebrado e janelas lacradas virou rotina e um verdadeiro sufoco. Com o calor intenso, muita gente passa mal dentro dos coletivos, sem ventilação alguma. É um risco real à saúde dos passageiros, que seguem expostos enquanto as reclamações se acumulam e nada é resolvido. Dionisio Barbosa, via Instagram.

Colisões previsíveis
Mais um acidente no cruzamento da Praia da Olaria com a Avenida Paranapuã, no Cocotá, envolvendo carro e moto. Quem vive e trabalha na região sabe que as colisões são frequentes e previsíveis. Falta sinalização clara para alertar os motoristas e evitar que novas batidas continuem acontecendo. Luiz Avelar, via Instagram.

Fora da rota
Peguei um ônibus da linha 634, carro 10039 e o motorista estava fumando enquanto dirigia, fazendo com que ficasse um ambiente insuportável dentro do ônibus. Além disso, o motorista desviou de sua rota para evitar trânsito, não passando por pontos da linha no processo. Felipe Porto, via Instagram.

Perigo no semáforo!
Quem passa pela Avenida Paranapuã, na altura da Cova da Onça, percebe que uma peça do sinal de trânsito está prestes a cair. A travessia em frente à Rua de Pedra é bastante movimentada e o risco de acidente é grande. Um descuido pode resultar em ferimentos graves em pedestres ou motoristas. Maria Tereza, via Instagram.

Forno na barca
Quem embarcou na barca do Cocotá para a Praça XV nessa semana enfrentou a viagem sem ar-condicionado. O calor dentro da embarcação tornou o trajeto extremamente desconfortável para os passageiros. Falta respeito com quem depende do transporte e segue passando por esse tipo de situação. Diego Mattoso, via Instagram.

Perigo
Andar pela Rua Comendador Bastos virou perigo constante. Motoristas estacionam em cima da calçada, entre os números 280 e 398, e obrigam pedestres a caminhar pela rua. Falta educação e fiscalização, enquanto quem passa precisa se arriscar no meio dos carros. Andrea Genaro, via Instagram.

Rua Ilha Fiscal
Passar pela Rua Ilha Fiscal, no Bancários, virou sinônimo de dor de cabeça para quem dirige. A pista esburacada obriga manobras constantes, causa danos aos veículos e aumenta o risco de acidentes. Mesmo com tantas reclamações, o problema continua sem qualquer providência. Matheus Barros, via Instagram.