Opinião
Opinião - 02/08/2013 - Edição nº 1635
Opinião - 02/08/2013 - Edição nº 1635
A propósito do resultado de uma pesquisa que o Ilha Notícias promoveu em maio, cujo resultado apontou o transporte como o principal problema dos habitantes da Ilha do Governador, com mais de 43%, quero registrar que, o que era ruim, está pior.
Opinião - 26/07/2013 - Edição nº 1634
A chegada do Papa ao Brasil pode ter um efeito de divisor de águas nas mobilizações e protestos que começaram em junho por ocasião da Copa das Confederações. Na oportunidade, até a imprensa foi surpreendida pelos movimentos espontâneos que contagiaram os cidadãos em todo país. O espaço nas manchetes, que se previa para as partidas da FIFA, foram ocupados pelas imagens dos protestos
Opinião - 19/07/2013 - Edição nº 1633
É absurda, a medida provisória que o governo pretende adotar a partir de 2015, para a formação de novos médicos no Brasil. Querem obrigar os estudantes de medicina, após a conclusão do curso, a trabalhar no Sistema Único de Saúde (SUS) por dois anos, deslocados para cidades do interior, antes do período de residência médica
Opinião - 12/07/2013 - Edição nº 1632
A crítica aos políticos e autoridades em busca de melhores serviços públicos é legítima e dá, ao político competente, a oportunidade para corrigir o rumo do seu mandato e ajustar ações para realizar um trabalho melhor que possa ter o reconhecimento da população
Opinião - 05/07/2013 - Edição nº 1631
É fantástico constatar que o mesmo sentimento de indignação que eclodiu no coração do povo, surgiu simultaneamente na vontade dos brasileiros que moram em outros países
Opinião - 28/06/2013 - Edição nº 1630
Milhares de moradores da Ilha do Governador compareceram as manifestações de segunda e quinta desta semana, no Centro da cidade. O protesto contagiou a população brasileira e se espalhou rapidamente por quase todos os estados. O movimento é forte e tem como pano de fundo a indignação do povo contra a corrupção, a qualidade e preço dos transportes entre outras injustiças que têm sacrificado os brasileiros.
Opinião - 21/06/2013 - Edição nº 1629
O Colégio Paranapuã não é só um orgulho para seus donos, alunos, professores e funcionários. Depois de 37 anos de fundação, o Colégio Paranapuã criado pelo professor de português, Edgard Pereira Junior se transformou definitivamente na mais conceituada instituição de ensino da Ilha do Governador. E isso é motivo de orgulho para todos nós que vivemos na região. Fatos garantem e sustentam essa invejável posição de destaque no cenário da cidade. Sejam os excelentes resultados dos alunos nas provas para acesso às universidades ou aos cursos técnicos e militares. Ou, pelas manifestações de instituições conceituadas, como a enviada em abril pelo ITA – Instituto Tecnológico da Aeronáutica – um dos mais rigorosos centros de avaliação de inteligências do país - cumprimentando o colégio pelo alto padrão de ensino, constatado pela aprovação, no início de 2012, de mais um grupo de alunos cuja formação foi no Colégio Paranapuã.
Opinião - 15/06/2012 - Edição nº 1576
Tenho repetido diversas vezes e estou convencido que a Ilha do Governador é uma das regiões mais promissoras para o desenvolvimento na cidade considerando principalmente dois fatores: sua condição de Ilha e por estar localizada no núcleo da cidade. Isso proporciona alternativas diferentes das outras regiões, como por exemplo, a possibilidade do transporte marítimo para o centro da cidade e municípios como São Gonçalo e Niterói. A extraordinária densidade populacional de cerca de 300 mil habitantes se equipara a cidades de porte médio, revelando um potencial econômico de mão de obra fantástico, comprimido em menos de 15km².
Opinião - 08/06/2012 - Edição nº 1575
Na Ribeira existe um problema gravíssimo de trânsito. A Rua Pires da Mota é antiga e de paralelepípedos. Embora seja estreita, funciona em mão dupla ligando a Rua Maldonado com a Praça Iaiá Garcia. De aparência bucólica a via é acesso para uma das maiores fábricas de derivados de petróleo da Shell e diariamente centenas de grandes e pesados caminhões circulam num vai e vem agitado, coisa normal para o movimento de uma grande e importante empresa. Todavia, moradores e comerciantes estão exaustos com as complicações geradas quando dois caminhões se encontram em sentido contrário e o trânsito fica trancado por longos períodos. A coisa só é resolvida quando um dos gigantes sobre rodas consiga dar a ré, realizando manobras perigosas sobre as calçadas totalmente ocupadas por outros veículos. O transtorno já dura bastante tempo, mas é preciso estudos e uma solução imediata da CET-Rio. A população local é unânime em apontar a transformação em mão única como medida mais simples para resolver o problema.
Opinião - 01/06/2012 - Edição nº 1574
05/12/2025 - Edição 2279
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